SLB 2017

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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

The guy next door

 

 

 

Tenho péssima memória. Facto.

Deixei de acreditar no Pai Natal há 30 anos. Mais coisa menos coisa.
Ora...dito isto, pergunto o seguinte: até que idade pensas divertir-te Pintinho?
O nosso país tem particularidades difícieis de perceber. Como é que a mesma técnica, usada anos a fio nas barbas de todos, vai tendo sucesso?
Ou seja, ninguém vai discutir o facto do FC Porto comprar jogos, árbitros e adversários. Isso já está provado. O que eu realmente não consigo perceber é porque ninguém (justica portuguesa leia-se) mete um travão na máquina.
A sério...há putas, viagens e envelopes para esta malta toda? Árbitros, dirigentes, observadores, jogadores adversários ainda vá...agora...juizes, ministério público também? O que é que vocês andam aí a fazer rapaziada da toga?
O Pintinho investe forte neste pessoal e depois fica sem "arame" para pagar aqueles que calcam as botas. Mas tudo bem, desde quando é que jogadores ganham campeonatos?
A Académica estava a fazer um bom campeonato com um registo de vitórias em casa e zero golos sofridos. No jogo com o Porto não só encaixaram 3 como, por azar certamente, os centrais se desviaram de todas as bolas que conseguiram. E quem diria, o Porto jogou tanto como em S. Petersburgo mas ganhou 3-0. O segundo golo deveria ser um caso de estudo no curso de sargentos da judiciária.
Voltando à primeira frase...péssima memória.
Lembro-me de ver o Domingos a olhar para o chão quando a Uniao de Leiria sofria um penalti inventado a favor do Porto. Lembro-me de ver o Olhanense do Jorge Costa disputar cada lance (na velha escola "canela até ao pescoco") com o Benfica e estender o tapete contra o Porto. Recordo um Leixões, sensacão do campeonato com um excelente guarda-redes (Beto), encaixar 4 ou 5 contra o Porto, com passes dos centrais e frangos do guarda-redes (que se mudou 2 meses depois para o Porto e hoje anda aos caidos não sei onde). O famoso Rio Ave que vencia o Porto quando o treinador mandou toda a gente para a frente de forma a abrir a defesa. O habitual Setúbal (a quem o Pintinho oferece jogadores e de vez em quando ajuda nos salários) que se esfola contra os grandes de Lisboa mas que é dócil e amigo quando recebe a casa-mãe.
E como disse...a minha memória é fraca.
Sporting e Benfica perdem pontos, jogos e campeonatos quando jogam mal. O mesmo não se aplica ao Porto. Tal como em épocas anteriores, o Porto arranca mal, joga miseravelmente mas segura o primeiro lugar. Nas primeiras jornadas desenrascaram uns penaltis, agora entram os clubes satélite e lá para o Natal, sem saberem como, estão na corrida pelo título.
Ora...isto já deu buraco em Itália e até na Turquia. O que é que é preciso para que acabem com esta falsificacão de resultados constante em Portugal?
Não me digam que isto não está previsto no memorando da troika?

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O que a Troika queria Aprovar e Não conseguiu!!!:


Cá vai um importante contributo,  que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar.

 Acabou o recreio e o receio!

 A guerra contra a chulisse, está a começar.
 Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos!
Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.
Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.
Nenhum governante fala em:


1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas
fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado.

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.

sábado, 8 de outubro de 2011

Governo obriga «coffee shops» a venderem cannabis mais leve

 


O governo holandês anunciou a proibição da venda de cannabis em coffee shops com uma percentagem da substância psico-activa superior a 15 por cento, argumentando que esta concentração torna a cannabis uma nova droga, cujo perigo para a saúde, principalmente mental, é igual ao da cocaína e da heroína.

«Depois de uma alteração na lei, as coffee shops só vão poder oferecer cannabis com uma quantidade de THC menor do que 15 por cento», disse, em conferência de imprensa, o vice primeiro-ministro holandês, Maxime Verhaging, também responsável pela pasta da Economia.

«Vemos a cannabis com uma quantidade de THC superior a 15 por cento como uma droga dura, que produz riscos [à saúde] inaceitáveis», acrescentou Verhaging, citado pela AFP.

Esta medida surge alguns meses depois de o governo ter defendido a proibição da entrada de turistas nas coffee shops, lojas holandesas onde se vendem drogas leves.

                                                                                          "Jornal aBola"

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Um dia Saramago, disse:

"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo!
Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é expor-se a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.
Perder? Como? Não é nosso, recordam-se?
Foi apenas um empréstimo".

terça-feira, 27 de setembro de 2011

AVC - Como identificar os sintomas?


 A rapidez de execucao é talvez o mais importante...

Um neurologista disse, se ele consegue chegar ao pé de um individuo que sofreu um AVC, ele pode eliminar as sequelas de um AVC.
... Ele disse, o truque é diagnosticar e tratar a pessoa durante as primeiras 3 horas. Como reconhecer um AVC?:
Há 4 passos que devem ser seguidos para reconhecer um AVC.
- peça à pessoa para rir (ela não vai conseguir).
- Peça à pessoa para dizer uma frase simples (por exemplo: hoje está um dia bonito).
- Peça à pessoa para levantar os dois braços (não vai conseguir bem).
- Peça à pessoa para mostrar a língua (se a língua estiver torta ou virar dum lado para o outro, é um sintoma).
Se a pessoa tem alguns destes sintomas, chamar imediatamente o médico, descrever os sintomas ao telefone.
Um cardiologista disse, se for possivel divulgar estas dicas a um número elevado de pessoas, podemos ter a certeza, que alguma vida - eventualmente a nossa própria possa ser salva

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Santana forever

O mundo ficou muito melhor: o futuro provedor da Santa Casa já não vai andar por aí, vai ficar por aqui. O movimento político que há meia dúzia de meses já estava organizado foi, com certeza, desfeito e a desilusão com o PSD são águas passadas. Para comemorar esta reconciliação, Santana Lopes, decidiu brindar os deputados social-democratas com mais uma das suas geniais ideias: uma rede de aeródromos regionais para, nas suas sábias palavras, fomentar a coesão nacional. Como é que ninguém se lembrou disto antes ? Vai ser fantástico, vamos todos voar de cá para lá e sentir-nos-emos muito mais coesos. " estou-me a sentir pouco coeso, acho que vou apanhar uma avioneta até ao Fundão". " hummm, vou à Caparica ou à Guarda?" . Pensar que tivemos a oportunidade de ter este génio como primeiro-ministro por muitos e bons anos e a desprezamos é um crime. Ainda assim ele vai andar por aqui, no meio desta desgraça pelo menos gargalhadas não vão faltar.


Pedro Marques Lopes

domingo, 11 de setembro de 2011

SLBenfica - Manchester United

Depois de conduzir a sua equipa à vitória frente ao V. Guimarães por 2-1, o treinador Jorge Jesus abordou o embate que terá pela frente durante a semana, ante o Manchester United, na Liga dos Campeões. E o treinador das águias assegurou que este será um jogo completamente diferente daquela protagonizado com os vimaranenses.

“A equipa tem vindo a melhorar de jogo para jogo, apesar de achar que hoje poderia ter mais posse de bola. Alguns jogadores que estiveram nas selecções ainda não estavam na melhor forma, como o Witsel e o Cardozo. Na quarta-feira com o Manchester United esperamos que todos estejam melhor, apesar de saber que vamos jogar contra uma equipa com outro andamento e com jogadores de top”, disse.

“Temos de abordar o jogo de maneira diferente em termos táticos e também em termos de objetivo. É óbvio que é um encontro que conta três pontos, mas temos de saber que todos os pontos são importantes”, rematou.

Jornal Record


Alberto João Jardim
A verdade sobre a Madeira


1. Quando assumi o Governo da Região Autónoma da Madeira, este arquipélago era a zona mais pobre do País. Havia muita gente, bem como povoados, a viver nas condições humanamente mais degradantes.

2. Obviamente que os meus esforços foram no sentido de trazer os Portugueses da Madeira, ao mesmo nível de condições e de qualidade de vida da média dos restantes Portugueses.

3. Para conseguir este Direito fundamental, tive de desenvolver políticas que não mereceram o acordo de Lisboa - que é diferente do Continente – pois os Portugueses da Madeira não iam continuar para trás, só para fazer a vontade, em Lisboa, àqueles que não aceitavam os nossos Direitos à diferença política e à igualdade de cidadania entre todos os Portugueses.

4. Assim, deu-se prioridade ao investimento e ao aproveitamento dos Fundos Europeus, em prejuízo de políticas subsidiaristas e de consumo, mesmo à custa de imediatos proventos eleitorais.

5. O investimento não seguiu um critério exclusivamente economicista, em termos de rentabilidades directas e imediatas, mas também teve objectivos sociais, culturais e ambientais, com retornos financeiros indirectos, ou apenas benefícios sociais indiscutíveis e inadiáveis em termos de dignidade e de qualidade de vida.

6. Esta política foi duramente contestada em Lisboa e pela Oposição regional, acarretando-nos os ódios da Direita e da Esquerda, aquela porque houve uma Revolução Tranquila, a Esquerda porque fizemos o que ela gostaria de ter feito, mas se revelou incapaz.
Se não tivéssemos mantido firmemente esta política quando havia dinheiro disponível na União Europeia, em Portugal e nos Bancos, se tivéssemos seguido a Oposição local ou certos sectores da Opinião Pública de Lisboa, hoje como estaria a Madeira?
Sempre no maior atraso, pois agora todos conhecem a impossibilidade de fazer o que então se fez.
Quem teve razão?

7. Mas, a par desta política, também fomos sempre mantendo uma oposição ao sistema político-constitucional da República Portuguesa, alertando o todo nacional para a sua inadequação às realidades portuguesas, e vaticinando, desde há dezenas de anos, que Portugal acabaria por mergulhar num impasse dramático.
Quem tinha razão?
8. Desde a colonização, a partir de 1418, e até à Autonomia Política (Constituição de 1976), isto é durante cinco séculos e meio, está comprovado que à volta de dois terços do valor produzido na Madeira, ia para as mãos de Lisboa.
Mas, na propaganda orquestrada para a Opinião Pública, é como se a Madeira só tivesse sido “descoberta” depois da Autonomia.
E, mesmo depois da Autonomia, a Madeira, com as suas receitas, paga toda a despesa pública, incluindo investimentos e o aproveitamento dos Fundos Europeus, à excepção dos poucos Serviços que estão sob tutela de Lisboa. As dotações do Orçamento de Estado, à volta de dez por cento do Orçamento Regional, são para compensar receitas fiscais geradas na Madeira mas pagas aos cofres do Estado central.
É falso que a República Portuguesa, no Governo Guterres, tenha pago as dívidas dos Açores e da Madeira. Cumpriu, sim, o que estava na lei, no sentido de as Regiões Autónomas beneficiarem das receitas das privatizações operadas nos respectivos territórios, consignando-as ao abatimento da dívida pública.
Afinal, passados quase seis séculos, já que querem ir por este caminho, quem ainda “deve” a quem?

9. Em 2006, instrumentalizando o Estado português para fins político-partidários, o Governo socialista, com a abstenção farisaica do CDS, aprova uma nova lei de finanças regionais que retira à Madeira, no decorrer de um mandato e com investimentos já adjudicados e expectativas legítimas estabelecidas, várias centenas de milhões de euros, entregando-os aos cofres de Lisboa e dos Açores (estes, recebendo três vezes mais do Estado e da União Europeia, do que a Madeira, não se lhes percebe o atraso).
E não se tratou só do roubado.
É que a falta de liquidez impediu a Madeira de aproveitar também centenas de milhões de Fundos Europeus, já que a quota nacional, no arquipélago, é paga pelo Orçamento Regional.

10. Mesmo após as catástrofes de Fevereiro de 2010, e apesar de a Assembleia da República, poucas semanas antes, ter com uma nova lei atenuado os efeitos da lei megera das finanças regionais socialista, a Madeira teve de abdicar da tal nova lei mais favorável, em troca de ser prestada assistência através de uma Lei de Meios.

11. A par disto e apoiado num chorrilho de mentiras, o Governo socialista tentou inviabilizar a Zona Franca da Madeira, absolutamente imprescindível ao futuro da Economia do arquipélago e também a toda a Economia portuguesa, fazendo assim um frete – a que preço? – às Zonas Francas europeias concorrentes.

12. Perante tantas adversidades, das duas, uma.
Ou a Madeira se rendia, parando tudo, da Educação à Saúde, passando pelos investimentos e aumentando o desemprego ainda mais, e assim “obedecia” aos intentos socialistas.
Ou a Madeira prosseguia, mesmo à custa da dívida pública, procurando contribuir politicamente para a queda dos socialistas.
Em consciência, optei por esta via de Resistência legítima e democrática.
Fizemo-lo com a Transparência de quem não tem compromissos com interesses económicos ou sociedades de fins menos transparentes, colocando os Direitos do Povo Madeirense acima de quaisquer posições partidárias quaisquer que estas sejam.
Assumindo os custos da independência pessoal.

13. Eleito um novo Governo da República, a Este solicitámos uma intervenção, em termos semelhantes aos da “troika” para Portugal.
Se os Portugueses da Madeira têm de fazer sacrifícios em solidariedade com os restantes Portugueses – e apesar dos alertas de decénios sobre a situação em que Portugal mergulhou – então os Portugueses da Madeira têm o mesmo Direito dos restantes Portugueses em ver também resolvida a sua situação financeira e nas únicas condições possíveis, as da alavancagem da Economia, inclusive Zona Franca.

14. Esta questão das contas da Madeira, particularmente explorada também por aquele segmento da “troika” com funcionários da União Europeia – traquinices da Internacional Socialista?... – serve às mil maravilhas para não se falar do resto, apesar de o passivo madeirense, no seu global, ser uma gota no oceano do descalabro português.
Porque esse resto, todo o gigantesco resto, é a situação a que os socialistas trouxeram Portugal.
Enquanto se fala da Madeira na Opinião Pública, esta fica alienada dos verdadeiros problemas enormes que vai enfrentar e sofrer.

15. Isto, o que se passou e se passa, abstendo-me de entrar, agora, noutras considerações de natureza política, constitucional e de interesses financeiros e de outras naturezas, em jogo no espaço nacional, os quais levaram à manifestação de tanta falta de carácter em Lisboa, mentindo e deturpando, incidindo no momento eleitoral que se vive na Madeira.

10 dicas para entusiastas e principiantes de fotografia

1) Enquadramento
Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Desclocar o objeto principal da imagem pode fazer toda a diferença para deixá-la mais interessante.
Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessenantes da sua foto. As linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o horizonte, por exemplo.

2) Flash desnecessário
Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura.
Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros.
Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Em linhas gerais, não é necessário luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto.

3) Flash necessário
Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento.
Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.

4) Cuidado com o fundo
Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar um retrato. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano.
Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar a atenção do foco. Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto de uma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça.

5) Retratos
Aproxime-se. Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é, oras, a pessoa. Não tenha medo de chegar perto. Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não pode acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito no meio.

6) Olhe nos olhos
Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário para ficar ao nível dela.

7) Fotos verticais
Muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais linhas verticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera.

8) Aproveite a luz
Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder, aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando assim a iluminação. É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o lado.
A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavisar contornos, sendo excelente para tirar retrados.
É preciso de muito cuidado ao usar o flash. A luz dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas e imperfeições muito mais aparente. Já notou como sempre se fica feio em foto 3x4? Eis a resposta.

9) Cor
A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou white balance. Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem quer fidelidade.
A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. Essa tonalidade dá uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos.
Experimente bastante o controle de cor até acertar o que mais se adequa ao que você quer.

10) Experimente
Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera, para saber tudo que ela é capaz, e tente todas as configurações possíveis.
A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser.